Os EUA consideram Juan Guaidó o presidente legítimo da Venezuela desde que Nicolás Maduro assumiu um segundo mandato em 2019 após eleições consideradas fraudulentas por vários países.
Fabiana Rosales, esposa de Juan Guaidó, e Joe Biden, em foto publicada em 23 de junho de 2022
Reprodução/Redes Sociais
A primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, recebeu Fabiana Rosales, esposa do líder opositor venezuelano Juan Guaidó, na Casa Branca.
Nesta quinta-feira (23), Jill descreveu a mulher e Guaidó como “uma primeira-dama corajosa”.
“Tive a honra de dar as boas-vindas” na quarta-feira a Fabiana Rosales “para escutar sua história como defensora dos venezuelanos vulneráveis”, afirmou em um tuíte, ao lado de uma foto das duas sorrindo em frente a uma lareira.
Os EUA consideram Juan Guaidó o presidente legítimo da Venezuela desde que Nicolás Maduro assumiu um segundo mandato em 2019 após eleições consideradas fraudulentas por vários países.
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Rosales também falou do encontro na Casa Branca. Ela afirmou que esteve na sede do governo dos EUA “levando a voz de todos os venezuelanos e do presidente Guaidó”.
Agradecimento pelo apoio
Fabiana Rosales afirma ter conversado com Joe Biden e sua esposa “sobre a defesa dos Direitos Humanos, a proteção dos migrantes, a soltura de presos políticos e a urgência de eleições livres na Venezuela”, segundo o tuíte que acompanha uma foto com o presidente americano.
Durante a conversa, ela agradeceu o apoio dos Estados Unidos e disse-lhe que “a melhor proteção para concidadãos dentro e fora do país é o fim da ditadura e o retorno da democracia”.
Segundo ela, Joe Biden prometeu que continuaria ajudando-os e expressou-lhe “admiração e respeito pela luta” dos venezuelanos a favor da democracia.
Pela mesma rede social, Juan Guaidó agradeceu ao presidente “por seu apoio à Venezuela”.
“O reconhecimento diplomático é uma ferramenta de luta chave para a resistência democrática no nosso país. Continuaremos trabalhando para alcançar nossos objetivos: democracia e liberdade para os venezuelanos”, afirmou.
EUA suavizaram sanções
Em meados de maio, os EUA anunciaram que, “a pedido do governo interino” encabeçado por Guaidó, flexibilizaria algumas sanções contra a Venezuela para promover o diálogo entre Maduro e a oposição.
O governo Maduro e a Plataforma Unitária, que reúne a oposição, celebraram em agosto negociações na Cidade do México para pôr fim à profunda crise política e econômica do país.
Mas Maduro as suspendeu em outubro em repúdio à extradição aos Estados Unidos do empresário Alex Saab, acusado de ser seu testa de ferro.
Em Washington, Fabiola Rosales também se reuniu com o chefe da diplomacia americana para a América Latina e o Caribe, Brian Nichols, com quem afirma ter abordado “as consequências da emergência complexa que nossa nação sofre”.
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Fonte: G1 Mundo


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